Arquivos Mensais: Dezembro 2010

“μῆνιν ἄειδε θεὰ Πηληϊάδεω Ἀχιλῆος”

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o Yorkshire Brincalhão

[Damas e Cavalheiros leitores dessa taberna, como o Nigthscale completa um ano de existência, resolvi  descrever meu último sonho, que sintetiza tôdos meus medos e temores. ] Imagine uma mulher cujo som do pezinhos movendo-se sobre o assoalho fosse como … Continuar a ler

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as Ervilhas de Chesterton

Há quem faça citações com o frescor apático de quem puxa os fios de barba de um velho ortodoxo grego. Fitam os olhos e disparam, um homicídio verbal, o barulho oco e insípido de um tiro na testa com silenciador. … Continuar a ler

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o Matriarcado Baloeiro

Penso num matriarcado numa ilha sob a constelação de áries: cansadas de fritar ovos e lavar meias, ou de tirar fios de cabelo do fundo de uma cartola, as mulheres todas iriam fundar uma civilização sem shampoo, depilação, ou ursinhos … Continuar a ler

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Random Mode II – (creazione degli angeli)

I. Um esbarrão em Hobbes. Ativa uma bomba mecânica que solta parafusos pra todos lados, destruindo a engrenagem do mundo. II. Entrevistar um grevista da USP, um invasor de reitoria. Até o sono chegar (e sonhar com Yvonne Strahovski). III.  … Continuar a ler

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Blasonarismo

  Dedicado a Richard Costa Alguns experimentam a sensação do adultério como quem, resignado, ouve o novo vocalista cantando um clássico da banda. Naquele trecho que se espera uma gemidinha, sai um grito desfocado; naquele canto tenso, sai uma nota … Continuar a ler

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De Como Perdi a Vida Apostando em Cavalos

O que me livrou das garras do ateísmo foi uma personagem obscura (e provavelmente mencionada nesse único episódio e versículo) do Novo Testamento. A Criada Rode. Foi o dia de minha heureka cristã. o Sacrifício de Abrãao (o anjo que … Continuar a ler

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a Versão do Malaco

Porra. Os restos de coxinha não fizeram bem ao meu bucho. Chuva de merda. Por que chove tanto? Preciso fumar. Só um trago, só um. Porra, mereço, um cigarro, só um. Essas vadias não fumam mais. É tão fácil pegar … Continuar a ler

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o Pandeiro é o Ópio do Sambista

FREUD   Freud sofria duma espécie de delírio que o fazia crer, d’alguma forma, que seria um novo Moisés. Que teria aberto o mar vermelho da psique humana. A figura do divã, do charuto, o duo analista-analisado são tão vulgares … Continuar a ler

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